Monday, 28 June 2010

Brazil’s World Cup: when my grandad met Pelé



Standing second in from the left is my grandad Eduardo Laurindo Teixeira or – how he was then known in the 1950s – Padeirinho (the little baker). When he wasn’t working in the bakery, my grandad used to play in goal for a local Santos football team and was, by all accounts, awesome. I actually saw him play about 15 years ago with some of my friends and not a single goal went past him. He was diving around like a teenager and my friends were dumbstruck.

As you may have noticed from my previous blog posts, I’m no football expert but I do hear commentators talk about Brazil’s flair and confidence when they play football. And if you were to spend even a short time visiting a Brazilian city or town, you’d see why. People play football everywhere at anytime. When I was in Rio earlier this year, I saw a group of boys playing a game of volleys on Ipanema beach, but using just their chests. I didn’t see the ball touch the sand.
Pelé is Brazil’s football icon and could probably do such tricks in his sleep. My grandad, by then a taxi driver, got to know Pelé when he began playing for Santos. “He only got in my taxi,” my grandad says. “I used to drive him to matches and back home again. He was a really great guy.”
But when I called my grandad earlier tonight to talk about Brazil’s 3-0 victory over Chile, he was more concerned about England’s exit. “They were robbed,” he said of Lampard’s disallowed goal. “I wanted them to win.”

In Portuguese:

O segundo a esquerda, de pé, é o meu avô Eduardo Laurindo Teixeira ou como era mais conhecido na época dos anos cinquenta – Padeirinho. Quando não estava trabalhando na padaria, meu avô costumava jogar como goleiro para um time de futebol de Santos e segundo diziam todos, ele era impressionante. Na verdade, quinze anos atrás, eu o vi jogar com uns amigos meus e nenhum gol passava por ele. Ele saltava como um adolescente defendendo os goals - os meus amigos ficaram pasmos.
Como vocês podem ter notado nos meus Blogs anteriores, eu não sou uma perita em futebol mas escuto os comentaristas falarem sobre o talento do Brasil e a confiança com que joga futebol. E se vocês passarem um tempo, mesmo que curto, visitando uma cidade brasileira, vão saber o porquê. As pessoas jogam futebol em qualquer lugar, a qualquer hora. Quando eu estava no Rio de Janeiro no início deste ano, eu vi um grupo de meninos jogando bola na praia de Ipanema, só usando o peito. Eu não vi a bola tocar a areia uma só vez.
Pelé é o ídolo do futebol brasileiro e provavelmente poderia fazer esses truques, dormindo. O meu avô, na época motorista de taxi, conheceu Pelé quando este começou a jogar para o Santos Futebol Clube. “Ele só pegava o meu taxi”, diz o meu avô. Eu costumava levá-lo para as partidas de futebol e depois o trazia de volta”. Ele era um rapaz muito legal”.
Mas quando telefonei para o meu avô para falar sobre a vitória do Brasil sobre o Chile de 3-0, ele estava mais preocupado com a saída da Inglaterra. “Eles foram roubados”, disse o meu avô sobre o gol anulado de Lampard.

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